Problemas sendo resolvidos um a um. A bolsa, por incrível que pareça, foi encontrada. Nela, minha carteira de motorista, minhas maquiagens e meus cartões já bloqueados. A câmera, o celular, o dinheiro vivo e o passaporte se foram... Aliás, fiquei sabendo que passaporte por aqui é vendido a preço de ouro. U$ 20.000 – vinte mil fucking dólares! Com visto então... Isso significa que meu passaporte era o item mais valioso naquela bolsa e a essas alturas já deve ter sido vendido no mercado negro.
A má notícia é que em função dessas e outras vou ter que ficar aqui mais tempo do que o planejado. O passaporte demora a sair (tem que esperar meus documentos originais chegarem do Brasil) e eu tive alguns problemas com a escola. Ficarei por aqui duas semanas a mais que o previsto. Mas enfim... isso há de ser uma coisa boa, afinal.
Sobre as minhas aventuras, posso dizer que estive em lugares bem interessantes por aqui. Departamento de polícia, com todos aqueles policiais gordinhos, preguiçosos, comendo donnuts e tomando café, bem como a gente vê nos filmes. Na delegacia, placas com fotos dos heróis perdidos no fatídico 11 de setembro... realmente emocionante. No Consulado Brasileiro, um monte de brasileiros queridos e dispostos a ajudar. E no escritório da minha advogada em Nova York, Dra. Berenice Busson (realmente, ter bons contatos é tudo. Valeu, dinda!).
Enfim, como eu disse, essa minha bendita sorte fazendo com que as pessoas certas cruzem o meu caminho, o universo confabulando para que tudo sempre dê certo no final das contas.
Fica aqui o meu muito obrigada a todos que estão me apoiando em mais essa batalha.
Valeu mesmo, pessoal!
Comentário fútil do dia: O que é pra ser nosso ninguém tira. Já dizia uma feliz proprietária de uma bolsa Victor Hugo recém recuperada. Minha querida bolsa voltou para as minhas mãos.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Domingo chuvoso em Nova York
... dia nublado refletindo o estado da minha alma, que deu-se por conta das fotos perdidas.
Central Park, Metropolitan Museum, Rockfeller Center, amigos, baladas...
É mãe... não tem jeito. Vou ter que voltar nem que seja para tirar fotos novamente.
Péssimo, não é mesmo?
ps: em dias de chuva você percebe que há poucas coisas para se fazer por aqui. As ruas ficam tomadas de gente correndo, e de repente aparecem um seres usando umas capas de chuva amarelas bastante esquisitas. Pontos amarelos tomam conta da cidade. Ainda bem que sempre se encontra uma companhia agradável, mesmo em um dia chuvoso.
Central Park, Metropolitan Museum, Rockfeller Center, amigos, baladas...
É mãe... não tem jeito. Vou ter que voltar nem que seja para tirar fotos novamente.
Péssimo, não é mesmo?
ps: em dias de chuva você percebe que há poucas coisas para se fazer por aqui. As ruas ficam tomadas de gente correndo, e de repente aparecem um seres usando umas capas de chuva amarelas bastante esquisitas. Pontos amarelos tomam conta da cidade. Ainda bem que sempre se encontra uma companhia agradável, mesmo em um dia chuvoso.
Conversas inúteis
Rubí: Sério. Aqui só se come porcaria. Salgadinho, cream cheese, bolachas, balas e doces. E pior que tudo que eu compro, quando chego em casa experimento e não gosto. Tem tanta comida no meu quarto... eu nunca vou conseguir comer isso. Quando eu for embora estou pensando em dar para os mendigos.
Renan: Dar para os mendigos?! Nossa! Impressionante ver vté que ponto chega a tua solidariedade...
Rubí: A comida. Eu estou falando da comida! Francamente...
Nota da autora: esse guri é impossível.
Renan: Dar para os mendigos?! Nossa! Impressionante ver vté que ponto chega a tua solidariedade...
Rubí: A comida. Eu estou falando da comida! Francamente...
Nota da autora: esse guri é impossível.
domingo, 27 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
O dia seguinte...
Hoje foi um dia e tanto. Se ontem tive um problema, hoje tenho que resolvê-lo. Procuro sempre pensar assim. De nada adiantaria chorar, e por isso não o fiz.
Primeiro passo do dia: procurar Manny, alguém que poderia me ajudar por aqui. Sem celular para contatar ninguém, fui até a loja dele. Fechada. Sábado é um dia sagrado para os judeus. Segundo passo: ligar para o lugar onde estive ontem para checar a possibilidade de alguém ter encontrado meus documentos. Não encontraram nada. Terceiro passo: ir até a polícia registrar a ocorrência. Lá fui orientada a primeiro contatar o consulado, a ocorrência só poderá ser feita depois disso. Parti, então, em direção ao consulado. Fechado. Só abre na segunda-feira. Agora só me restar esperar.
Li no site do consulado que para fazer um novo passaporte é preciso ter um documento de identidade brasileiro válido. Minha carteira de motorista, o único documento que tinha além do passaporte, também estava na bolsa...
A coisa mais empolgante disso tudo é perceber que estou tendo calma, maturidade e sabedoria para resolver meus problemas sozinha. Além de atitude, é preciso ter um bom nível de inglês para explicar tudo o que aconteceu e buscar ajuda, o que eu estou sabendo fazer com tranqüilidade.
Já que a questão do passaporte ficou em stand by pelo menos até segunda-feira, minha maior meta era reaver a comunicação com as pessoas. É impressionante perceber como fico perdida sem o meu celular. Além de todos os contatos que fiz aqui estarem gravados nele, aquele aparelhinho era também meu relógio, meu despertador e minha calculadora.
Por isso fui atrás do Manny, que trabalha na loja de celulares e poderia resolver pelo menos essa questão. Eu não tenho seu endereço nem telefone anotado em lugar algum, mas recordava onde era a sua casa pelo dia em que tivemos o jantar de Shabbat. Na minha cabeça, eu só precisaria pegar o metrô para a Bay Parkway, no Brooklyn, e de lá saberia facilmente encontrar sua casa, que era perto da estação.
Ledo engano. Resumo da ópera? Passei o dia a pegar metrôs errados e não encontrei a casa do Manny. Descobri que a minha habilidade com a língua inglesa é inversamente proporcional à minha habilidade de entender mapas. Mas no fim estava otimista e até curtindo o passeio, vi umas casinhas bem bonitinhas, bem diferente da realidade da movimentada Manhattan, e um monte de gente estranha entrando e saindo do metrô. E eu claro, fazendo as minhas análises e observações. Divertido. A parte chata do dia foi ter que admitir que eu não encontraria a casa do Manny e ter que voltar para casa. Não gosto de desistir das coisas, mas foi necessário. Afinal não seria legal passar a noite no Brooklyn sem celular e sem identidade.
Passei o dia inteiro sozinha. Para muitos, isso seria triste, mas não para mim. Acredito que pessoas que não gostam de ficar sozinhas não sabem apreciar sua própria companhia. Sorte que não é esse o meu caso.
Descobertas do dia:
* Hoje lembrei que a minha câmera também estava dentro da bolsa, o que é muito triste (do ponto de vista financeiro).
* Em Nova York, em relação à bebidas ou qualquer outro tipo de comida, quando te perguntam que tamanho você quer, convém pedir sempre o pequeno. Porque o médio é sempre grande demais.
* E a mulherada só usa chinelo por aqui. E sandálias crocs. Da série “Me venderam o produto errado”. Onde estão os Manolo Blahniks e os Christian Loboutin?
* Lembre que o Rodrigo certa vez justificou meus atrasos (eu? atrasada? ora, francamente!) em função do meu fuso horário estar programado de acordo com a hora do Paquistão. Me apelidou carinhosamente de "paquistanesa". O taxista queridão de ontem, Fazzy, é paquistanês. Descobri, então, que paquistaneses são pessoas legais e de bom coração.
Primeiro passo do dia: procurar Manny, alguém que poderia me ajudar por aqui. Sem celular para contatar ninguém, fui até a loja dele. Fechada. Sábado é um dia sagrado para os judeus. Segundo passo: ligar para o lugar onde estive ontem para checar a possibilidade de alguém ter encontrado meus documentos. Não encontraram nada. Terceiro passo: ir até a polícia registrar a ocorrência. Lá fui orientada a primeiro contatar o consulado, a ocorrência só poderá ser feita depois disso. Parti, então, em direção ao consulado. Fechado. Só abre na segunda-feira. Agora só me restar esperar.
Li no site do consulado que para fazer um novo passaporte é preciso ter um documento de identidade brasileiro válido. Minha carteira de motorista, o único documento que tinha além do passaporte, também estava na bolsa...
A coisa mais empolgante disso tudo é perceber que estou tendo calma, maturidade e sabedoria para resolver meus problemas sozinha. Além de atitude, é preciso ter um bom nível de inglês para explicar tudo o que aconteceu e buscar ajuda, o que eu estou sabendo fazer com tranqüilidade.
Já que a questão do passaporte ficou em stand by pelo menos até segunda-feira, minha maior meta era reaver a comunicação com as pessoas. É impressionante perceber como fico perdida sem o meu celular. Além de todos os contatos que fiz aqui estarem gravados nele, aquele aparelhinho era também meu relógio, meu despertador e minha calculadora.
Por isso fui atrás do Manny, que trabalha na loja de celulares e poderia resolver pelo menos essa questão. Eu não tenho seu endereço nem telefone anotado em lugar algum, mas recordava onde era a sua casa pelo dia em que tivemos o jantar de Shabbat. Na minha cabeça, eu só precisaria pegar o metrô para a Bay Parkway, no Brooklyn, e de lá saberia facilmente encontrar sua casa, que era perto da estação.
Ledo engano. Resumo da ópera? Passei o dia a pegar metrôs errados e não encontrei a casa do Manny. Descobri que a minha habilidade com a língua inglesa é inversamente proporcional à minha habilidade de entender mapas. Mas no fim estava otimista e até curtindo o passeio, vi umas casinhas bem bonitinhas, bem diferente da realidade da movimentada Manhattan, e um monte de gente estranha entrando e saindo do metrô. E eu claro, fazendo as minhas análises e observações. Divertido. A parte chata do dia foi ter que admitir que eu não encontraria a casa do Manny e ter que voltar para casa. Não gosto de desistir das coisas, mas foi necessário. Afinal não seria legal passar a noite no Brooklyn sem celular e sem identidade.
Passei o dia inteiro sozinha. Para muitos, isso seria triste, mas não para mim. Acredito que pessoas que não gostam de ficar sozinhas não sabem apreciar sua própria companhia. Sorte que não é esse o meu caso.
Descobertas do dia:
* Hoje lembrei que a minha câmera também estava dentro da bolsa, o que é muito triste (do ponto de vista financeiro).
* Em Nova York, em relação à bebidas ou qualquer outro tipo de comida, quando te perguntam que tamanho você quer, convém pedir sempre o pequeno. Porque o médio é sempre grande demais.
* E a mulherada só usa chinelo por aqui. E sandálias crocs. Da série “Me venderam o produto errado”. Onde estão os Manolo Blahniks e os Christian Loboutin?
* Lembre que o Rodrigo certa vez justificou meus atrasos (eu? atrasada? ora, francamente!) em função do meu fuso horário estar programado de acordo com a hora do Paquistão. Me apelidou carinhosamente de "paquistanesa". O taxista queridão de ontem, Fazzy, é paquistanês. Descobri, então, que paquistaneses são pessoas legais e de bom coração.
Sem lenço e sem documento em Nova York
Aconteceu o impossível. Minha bolsa foi roubada. Meu passaporte, minha carteira de motorista, meus cartões, meu dinheiro, meu celular...
E agora cá estou eu. Perdida, literalmente.
Não sei. Não tenho nada a declarar no momento. Me sinto meio impotente, sabe? Não tenho como provar quem eu sou num país como esse...
A sorte é que ainda existem pessoas de bom coração. Fazzy, um taxista, me trouxe até o hotel, conversou comigo, me acalmou e me emprestou o celular para que eu pudesse falar com a minha mãe - os cartões de crédito devem ser cancelados imediatamente. E ainda por cima não cobrou a corrida.
Por incrível que pareça, estou calma. Não sei porquê, mas acredito que tudo vai dar certo. Isso é apenas Deus colocando mais um obstáculo na minha vida para que eu possa supera-lo. Além do mais, eu tenho essa bendita sorte de que só pessoas boas cruzam o meu caminho.
Mas a verdade é essa. I'm a little girl with a big trouble (uma pequena garota com um grande problema).
Desculpa, Adri. Eu perdi a tua bolsa. Eu realmente adorava ela...
Estou sem telefone, e é impossível fazer ligações a cobrar nesse país. É. Parece que eu realmente tenho que acreditar que tudo vai dar certo. É só o que me resta.
Aos meus amigos, não preciso pedir para que torcam por mim. Sei que vocês estão sempre fazendo isso. Desde o começo dessa viagem (lembra quando eu pedia para torcerem para que eu conseguisse tirar o visto? Eu consegui, não é mesmo? Então... vou conseguir de novo.)
Se bem que uma forcinha divina sempre cai bem. Ele tá sempre do meu lado também, tenho certeza, conduzinho meus passos e me mostrando a direção certa a seguir.
Todo caso... oremos.
E agora cá estou eu. Perdida, literalmente.
Não sei. Não tenho nada a declarar no momento. Me sinto meio impotente, sabe? Não tenho como provar quem eu sou num país como esse...
A sorte é que ainda existem pessoas de bom coração. Fazzy, um taxista, me trouxe até o hotel, conversou comigo, me acalmou e me emprestou o celular para que eu pudesse falar com a minha mãe - os cartões de crédito devem ser cancelados imediatamente. E ainda por cima não cobrou a corrida.
Por incrível que pareça, estou calma. Não sei porquê, mas acredito que tudo vai dar certo. Isso é apenas Deus colocando mais um obstáculo na minha vida para que eu possa supera-lo. Além do mais, eu tenho essa bendita sorte de que só pessoas boas cruzam o meu caminho.
Mas a verdade é essa. I'm a little girl with a big trouble (uma pequena garota com um grande problema).
Desculpa, Adri. Eu perdi a tua bolsa. Eu realmente adorava ela...
Estou sem telefone, e é impossível fazer ligações a cobrar nesse país. É. Parece que eu realmente tenho que acreditar que tudo vai dar certo. É só o que me resta.
Aos meus amigos, não preciso pedir para que torcam por mim. Sei que vocês estão sempre fazendo isso. Desde o começo dessa viagem (lembra quando eu pedia para torcerem para que eu conseguisse tirar o visto? Eu consegui, não é mesmo? Então... vou conseguir de novo.)
Se bem que uma forcinha divina sempre cai bem. Ele tá sempre do meu lado também, tenho certeza, conduzinho meus passos e me mostrando a direção certa a seguir.
Todo caso... oremos.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Uma tarde em China Town
Gucci, Luis Vuitton, Prada, Hermès, Dolce&Gabanna, Rolex... e tudo mais que se possa imaginar. É isso que você encontra em China Town. Tudo falso? Sim, a maioria. Mas existem alguns seres de olhos puxados e desconfiados que “falam baixinho e te levam ao paraíso” (valeu, Lu!). Aí sim. As coisas roubadas.
Esses “seres” ficam parados na rua, nas calcadas, discretos, falando baixinho, pronunciando os nomes das grifes que eles vendem. Olhando para todos os lados, para se certificar de que não há polícia por perto. Se você se interessa, eles te puxam para um cantinho e te mostram as fotos do que eles têm. Você escolhe pela foto. Eles te carregam para outro canto e te deixam esperando. Sempre olhando para todos os lados, eles somem e alguns minutos depois reaparecem com grandes sacolas plásticas pretas, amarradas. E nelas que está o tesouro! Eles abrem só uma frestinha para você se certificar de que é o que você pediu. Às vezes nem isso. Te dão a sacola, pegam o dinheiro e saem correndo. Saí de lá com duas dessas e algumas pulseiras Tiffanys.
Meu quarto no hotel agora mais se parece um baú de pirata, com tanto tesouro que tem dentro.
(para adoradores de Sex and The City) Quem consegue esquecer aquele episódio em que a Samanta faz de tudo para conseguir uma Birkin Bag, da Hermès? Para não ficar na lista de espera pela bolsa (grife que se preze tem lista de espera), ela usa o nome da Lucy Liu, sua cliente, para consegui-la.
Por que estou contando essa história? Porque hoje eu adquiri a minha Birkin Bag, branca, linda, linda... em China Town.
Ah, ontem comprei um vestido a cara da Carrie também. E hoje comprei a bolsa da Samantha. Me sinto cada dia mais vivendo como as garotas de Sex and the City.
Nova York te faz pensar que cada dia vale a pena. E a vida pode, sim, ser exatamente como um filme - com direito a trilha sonora.
ps: Esta tarde escutei muito Legião Urbana. Cultivando a saudade da minha terra, do meu povo. Falei rapidamente com a minha família (infelizmente, a ligação é cara...). Saudade, saudade.
ps2: Hoje vou a um "Club". Balada. Festa. Ai ai meu fígado...
Esses “seres” ficam parados na rua, nas calcadas, discretos, falando baixinho, pronunciando os nomes das grifes que eles vendem. Olhando para todos os lados, para se certificar de que não há polícia por perto. Se você se interessa, eles te puxam para um cantinho e te mostram as fotos do que eles têm. Você escolhe pela foto. Eles te carregam para outro canto e te deixam esperando. Sempre olhando para todos os lados, eles somem e alguns minutos depois reaparecem com grandes sacolas plásticas pretas, amarradas. E nelas que está o tesouro! Eles abrem só uma frestinha para você se certificar de que é o que você pediu. Às vezes nem isso. Te dão a sacola, pegam o dinheiro e saem correndo. Saí de lá com duas dessas e algumas pulseiras Tiffanys.
Meu quarto no hotel agora mais se parece um baú de pirata, com tanto tesouro que tem dentro.
(para adoradores de Sex and The City) Quem consegue esquecer aquele episódio em que a Samanta faz de tudo para conseguir uma Birkin Bag, da Hermès? Para não ficar na lista de espera pela bolsa (grife que se preze tem lista de espera), ela usa o nome da Lucy Liu, sua cliente, para consegui-la.
Por que estou contando essa história? Porque hoje eu adquiri a minha Birkin Bag, branca, linda, linda... em China Town.
Ah, ontem comprei um vestido a cara da Carrie também. E hoje comprei a bolsa da Samantha. Me sinto cada dia mais vivendo como as garotas de Sex and the City.
Nova York te faz pensar que cada dia vale a pena. E a vida pode, sim, ser exatamente como um filme - com direito a trilha sonora.
ps: Esta tarde escutei muito Legião Urbana. Cultivando a saudade da minha terra, do meu povo. Falei rapidamente com a minha família (infelizmente, a ligação é cara...). Saudade, saudade.
ps2: Hoje vou a um "Club". Balada. Festa. Ai ai meu fígado...
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